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IA de Musk põe Tarcísio de Freitas como 1ª opção da direita para enfrentar Lula em 2026
Termômetro da Política
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Governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

A inteligência artificial (IA) Grok, que pertence ao ultradireitista Elon Musk, aponta o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), como primeiro da lista de candidatos à Presidência da República nas eleições de 2026 pelo campo da direita. Com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) inelegível, portanto impossibilitado de concorrer contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a direita começa a se articular em busca de nomes alternativos.

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Questionada sobre quem deverá ser o candidato da direita para enfrentar Lula nas eleições de 2026, a IA de Musk listou os nomes mais cotados, com Tarcísio de Freitas aparecendo em primeiro. Confira a resposta na íntegra:

Não tenho uma bola de cristal para prever o futuro com certeza, mas posso te dar uma visão geral baseada no que está rolando no cenário político brasileiro até agora, em abril de 2025. A direita está cheia de nomes cotados para 2026, especialmente porque Jair Bolsonaro, o maior símbolo desse campo, está inelegível até 2030 por decisão do TSE. Vamos aos principais nomes que estão na mesa:

Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo pelo Republicanos, é frequentemente apontado como o favorito. Ele tem se destacado como um gestor eficiente e mantém uma conexão forte com o eleitorado bolsonarista, mas sem o radicalismo que marca o ex-presidente. Líderes do PL, como Valdemar Costa Neto, já o colocaram como o “número 1 da fila” caso Bolsonaro não consiga reverter sua situação. Tarcísio, porém, costuma desconversar sobre 2026, dizendo que seu foco é São Paulo – o que pode ser estratégia ou cautela.

Ronaldo Caiado, governador de Goiás pelo União Brasil, é outro que já se lançou como pré-candidato. Ele tem uma base sólida no Centro-Oeste, aprovação alta em Goiás e tenta se posicionar como uma direita mais tradicional, menos dependente do bolsonarismo puro. Sua articulação com o cantor Gusttavo Lima como possível vice mostra que ele quer misturar apelo popular com peso político.

Romeu Zema, governador de Minas Gerais pelo Novo, também aparece nas conversas. Ele tem um perfil mais moderado, focado em gestão e antipetismo, mas menos alinhado às pautas ideológicas extremas. Só que Bolsonaro já deu a entender que o vê mais como um nome para 2030, não para 2026.

Pablo Marçal, do PRTB, é o outsider da vez. Depois de quase chegar ao segundo turno na eleição municipal de São Paulo em 2024, ele ganhou visibilidade com um discurso agressivo e populista. É uma aposta arriscada: atrai os descontentes, mas gera desconfiança entre os políticos tradicionais da direita.

Outros nomes, como Ratinho Júnior (governador do Paraná, PSD), Michelle Bolsonaro e até Eduardo Bolsonaro, também são ventilados, especialmente no círculo bolsonarista. Michelle tem carisma com a base evangélica, mas falta experiência política. Ratinho é bem avaliado no Paraná e agrada Bolsonaro, mas ainda não se jogou de cabeça na disputa nacional.

O grande X da questão é: Bolsonaro vai tentar reverter a inelegibilidade ou ungir um sucessor? Ele segue se movimentando como candidato, mas a denúncia da PGR por tentativa de golpe e outros crimes complica o cenário. Se ele ficar fora, a direita pode se fragmentar com tantas opções, o que seria um presente para Lula, caso o petista decida concorrer à reeleição – algo que ele diz depender da saúde e do contexto político.

Então, quem “deve” ser? Depende do que a direita quer: Tarcísio parece o mais equilibrado entre gestão e apelo eleitoral; Caiado tem força regional e ambição clara; Marçal é a carta imprevisível. Mas, honestamente, o jogo só vai clarear mais pra frente, quando as alianças e o humor do eleitorado se definirem. Até lá, é torcida e aposta! Qual desses você acha que tem mais gás?

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