Pedro Matias é dirigente estadual do PT, bacharel em Direito pela Universidade Estadual da Paraíba e secretário-executivo de Estado da Juventude do Governo da Paraíba.
Pedro Matias é dirigente estadual do PT, bacharel em Direito pela Universidade Estadual da Paraíba e secretário-executivo de Estado da Juventude do Governo da Paraíba.
A mentira que durou 21 anos
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(Imagem: UNE)

Há tempos não parava para escrever, aliás, exprimir o que sinto sobre determinados assuntos e/ou temas. Hoje é 1 de abril, poderia facilmente ser confundido – apenas – com o famigerado Dia da Mentira, mas não é só isso. Relembramos nessa data também o Golpe Militar de 1964 e, sim, foi um golpe.

Os militares viúvos desse período sombrio, não gostam que digamos a verdade, foi em 1 de abril de 1964 que a democracia brasileira e o legítimo Governo do Presidente João Goulart foi golpeado com manchas de sangue. Naquele Dia da Mentira, de 1964, a democracia brasileira passou a viver uma mentira que durou 21 anos.

Sob o jugo das armas empunhadas pelas Forças Armadas, o Estado brasileiro passou a censurar, perseguir, cassar mandatos eletivos e, assassinar militantes políticos. Os Poderes da República foram fechados e/ou cerceados por aqueles que se julgavam detentores do Poder, e não, não era o povo conforme preceitua a Carta Constitucional de 1988.

Canalhas, canalhas e canalhas!

Em 2025, nesse 1 de abril, vivemos um momento histórico após mais uma tentativa de Golpe – 08 de janeiro de 2023 -, dessa vez, os golpistas estão sendo presos, julgados e condenados, e assim deve ser, com o rigor que a lei determina para quem atenta contra a democracia e a Constituição.

E aos amantes da democracia nos resta relembrar para que nunca mais aconteça, temos “ódio e nojo à ditadura”.

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Palavras-chave
golpe de 1964